01/09/2022

Setembro: mês da prevenção das doenças do coração e do suicídio

No mês de setembro, são realizadas duas importantes campanhas na área de saúde: o Setembro Vermelho e o Setembro Amarelo. Mas, afinal, o que elas significam?

O Setembro Vermelho tem como objetivo promover ações de conscientização para a prevenção das doenças do coração. Em  todo o mundo, meio bilhão de   pessoas sofrem de doenças cardiovasculares.

No Brasil, essas doenças são as principais causas de mortes. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 14 milhões de brasileiros têm alguma doença no coração e cerca de 400 mil morrem por ano em decorrência dessas doenças, representando 30% de todas as mortes no País. A cada 40 segundos, uma pessoa morre devido a doenças do coração, como acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca, arterosclerose e infarto domiocárdio. O infarto agudo do miocárdio acomete cerca de 300 mil brasileiros e causa a morte de 90 mil pessoas. A previsão é que os casos de infarto aumentem em 250% até 2040.

Para prevenir e evitar doenças cardiovasculares, é importante manter uma alimentação saudável e equilibrada, fazer atividade física e, principalmente, consultar um cardiologista para fazer checkups regulares e acompanhar a saúde do seu coração.

 

O Setembro Amarelo, por sua vez, visa à prevenção do suicídio. A campanha deste ano tem como lema “A vida é a melhor escolha”. Dados da Organização

Mundial de Saúde afirmam que todo ano mais pessoas morrem como resultado do suicídio do que de malária, câncer de mama, ou guerras e homicídios. Entre os jovens de 19 a 29 anos, o suicídio fica em quarto lugar entre as causas de morte.

No mundo, a taxa de suicídio diminuiu em torno de 36%, entre 2000 e 2019. Mas nas Américas as taxas aumentaram 17% no mesmo período. No Brasil, a taxa de suicídio entre homens é cerca  de 7% maior do que entre as mulheres.

A melhor forma de prevenção é a informação. É importante que as pessoas próximas saibam identificar se uma pessoa está pensando em suicídio e possam ajudá-la, com escuta e empatia. Mas é fundamental buscar um psiquiatra, que é o médico indicado para apontar os melhores caminhos e tratamentos que irão evitar que a pessoa tente tirar própria vida.

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