
Você sabia que existem aproximadamente 80 pontos nodais na face de uma pessoa?
Esses pontos nodais são as variáveis que nos tornam únicos. É a distância entre os olhos, a curvatura e espessura dos lábios, cicatrizes e marcas expressivas ou mesmo o comprimento do nariz, entre outras dezenas de características.
E o que isso tem a ver com a biometria facial?
Tudo! Já que a captação das feições que esse tipo de tecnologia utiliza passa por essas dezenas de pontos no rosto.
Assim, cria-se um mapa completo de nossa estrutura facial, permitindo a identificação e validação por meio dessa variável de biometria.
É claro que essa é a versão simplificada ao máximo de como funciona o reconhecimento facial. Pois, no meio do caminho, o sistema coleta esses dados, registra e codifica de maneira que o nosso rosto se transforme em uma verdadeira chave de acesso.
A melhor parte é que o grau de precisão deste modelo cresceu muito nos últimos anos. Segundo o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA, a precisão da biometria foi de 96 para 99,8% apenas entre os anos de 2014 e 2018.
Com o aperfeiçoamento da tecnologia, durante o método de reconhecimento biométrico, os pontos nodais são analisados e, em seguida, uma imagem tridimensional é formada e criptografada de maneira que o sistema reconheça imediatamente a pessoa.
Dessa forma, a tecnologia do reconhecimento facial é feito e a biometria facial pode ser utilizada como uma etapa de segurança em diversos processos.
Atualmente, é muito comum o uso desse tipo de tecnologia como solução em diversas situações, como para reconhecimento e desbloqueio de smartphones, acesso a aplicativos de bancos e, no caso das empresas, para o controle de ponto online e nos sistemas de tranporte para sistemas de controle de acesso e/ou verificação de uso correto de cartões, benefícios e gratuidades.
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