A indústria de retrovisores, como não podia deixar de ser, acompanha a evolução e inovação de todo setor automotivo e passou a ter em seus portfólios de produtos, sistemas integrados de retrovisão compostos por câmeras e monitores.
Sendo assim a nomenclatura teve que ser atualizada. Ela foi alterada de “retrovisores” para “sistemas de retrovisão”. Dessa forma, a expressão engloba tanto os espelhos, como modelos híbridos e aqueles formados apenas por câmeras.
Os sistemas de retrovisão são divididos em alguns grupos, que decorre da combinação de espelhos, sensores, câmeras e monitores.
O primeiro tipo é constituído apenas por espelhos, geralmente três: dois laterais e um central. É o sistema mais conhecido e encontrado tanto em carros, veículos pesados e motocicletas.
Os espelhos retrovisores eram artigos opcionais até 1997, quando passaram a ser obrigatórios no Brasil.
Já os sistemas híbridos podem ser separados em três categorias:
Considerado a mais recente inovação em sistemas de retrovisão, o CMS é um modelo totalmente constituído por câmeras que substituem integralmente os espelhos. Ou seja, não há espelhos retrovisores nestes sistemas.
Além dessa principal característica, o CMS vem com vários aprimoramentos de imagem, como adaptabilidade à luz, regulação de contraste e visão noturna, bem como sistemas antiembaçamento em dias chuvosos.
Outro detalhe importante do CMS é que ele está disponível no Brasil apenas para caminhões e ônibus como o sistema VER, que é uma opção que usa câmeras de alta resolução em vez de espelhos retrovisores nos ônibus G8, da brasileira Marcopolo.
Além da diferença entre os sistemas de retrovisão, também há as tecnologias empregadas ao longo de sua evolução, como o rebatimento automático, o tilt down, o memorizador, o repetidor de seta, a luz de conforto, o fotocrômico e o antiembaçamento.
Fonte: Metagal
Matéria muito interessante, por mostrar a evolução do sistema de monitoramento do tráfego enquanto um veículo é guiado. Pela minha ótica o sistema que mais se adequa ao país nos dias atuais, seria o de espelhos + câmeras e monitores, porquê?
Porque as ruas e estradas da maior parte do país ñ são como tapetes, desníveis, buracos, ondulações é o que encontramos e as vibrações geradas podem acabar afetando o sistema elétrico/eletrônico das câmeras. Espelho que de nada necessita, as vezes sai da posição!
Por isso acredito que, mesmo mostrando qualidade e segurança a quem usa, nossos veículos de transporte ou carga devido ao que relatei acima, ainda tem condições de usar um sistema totalmente por câmeras e sensores.